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"Não apenas passamos pelo portão da morte como seres imortais, mas também entramos pelo portão do nascimento como seres não nascidos. Precisamos do termo não-nascido, assim como do termo imortalidade, para abranger todo o ser humano." (Rudolf Steiner) Como qualquer pessoa que já teve um filho sabe, os recém-nascidos entram no mundo terreno como seres diferentes de seus pais. Eles chegam com sua própria individualidade, ser e história. Desde o início, eles manifestam uma dignidade essencial e um "eu" único, que claramente trouxeram consigo do mundo espiritual. Essa vida não nascida da individualidade superior de uma pessoa orienta todo o processo de encarnação. Ela estrutura nossas vidas, mas deixamos de reconhecer isso por causa de um foco único na imortalidade, ou vida após a morte, que nos faz esquecer a realidade de nossa "falta de nascimento". Essa falta de nascimento se estende não apenas da concepção ao nascimento, mas também inclui toda a existência e a história do "eu" de uma pessoa em sua longa jornada do mundo espiritual à Terra. A falta de nascimento - o outro lado da eternidade - permite-nos vivenciar o fato de que o nascimento é um mistério tão grande quanto a morte. De uma maneira nova e surpreendente, a não-nascença apresenta o mistério de nossa tarefa humana na Terra. Um dos grandes dons de Rudolf Steiner foi o fato de ele ter devolvido o conceito de não-nascimento à consciência e à linguagem humanas. Nessa obra breve, impressionante e comovente, quase poética, Peter Selg reúne os principais elementos e imagens necessários para começar a entender - e se maravilhar - com o vasto escopo de nossa falta de nascimento. Baseando-se e ampliando o trabalho de Steiner, bem como a Madona Sistina de Rafael e os poemas de Nelly Sachs e Rainer Maria Rilke, Selg revela esse mistério mais profundo da existência humana. Depois de lê-lo, você nunca mais olhará para uma criança ou outro ser humano da mesma forma.
Vida após a morte vida antes do nascimento; somente conhecendo ambos é que conhecemos a eternidade. (Rudolf Steiner)
What is the main theme of 'Unbornness' by Peter Selg?
The book explores the concept of human pre-existence and the spiritual journey toward birth, highlighting our 'unbornness' alongside immortality.
How does 'Unbornness' redefine the concept of birth?
It presents birth as a profound mystery, akin to death, emphasizing the spiritual individuality and history each person brings to the earthly world.
What influences does Peter Selg draw upon in 'Unbornness'?
Selg builds on Rudolf Steiner's ideas, incorporating insights from art and poetry, such as Raphael’s Sistine Madonna and Rainer Maria Rilke's works.
Who would benefit from reading 'Unbornness'?
Anyone interested in anthroposophy, spirituality, or seeking a deeper understanding of human existence and the spiritual journey would find this book enlightening.
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