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Abril de 2005. 320 páginas.
Quando o Cristo, em sua forma física, deixou o mundo terreno, ele enviou o Espírito Santo - "O Consolador" - para guiar e inspirar seus seguidores. A partir do Pentecostes, o Espírito Santo foi talvez o aspecto mais importante da Divindade para o futuro do cristianismo e para a humanidade como um todo. Hoje, no entanto, há cultos a Maria, jesuítas e malucos por Jesus, mas e quanto ao Espírito Santo - por que o Espírito perdeu seu papel central no cristianismo e na Igreja?
Who Killed the Holy Ghost? é uma pesquisa abrangente, contundente e acessível sobre o Espírito no mundo e na vida humana, desde os profetas judeus até os tempos modernos. Goodwin - jornalista, ex-correspondente do Vaticano e especialista na Igreja e em sua história - investiga o surgimento do Espírito Santo, as heresias, as batalhas, as derrotas e as vitórias e o exílio do Espírito Santo da história. Ele relata e contextualiza o que as pessoas disseram sobre o Espírito Santo - de Paulo, João e Jesus a Leonardo da Vinci e George Washington, a Einstein, Freud e John Glenn. Também nos é dada uma visão detalhada das várias maneiras como as tradições religiosas mundiais trataram o Espírito, incluindo o judaísmo, o cristianismo, o islamismo, o xamanismo, o budismo, o taoismo e muitos outros. Nesse processo, Goodwin enfoca outros usos vagos da palavra espírito, desde os antigos gregos e romanos, passando pelos dons e frutos cristãos do Espírito Santo, até os modernos pentecostais e o movimento da Nova Era.